quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A IMPORTANCIA DO RESPEITO

A palavra respeito provém do latim respectus e significa “atenção” ou “consideração”. De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, o respeito prende-se com a veneração ou a obediência para com alguém. O respeito inclui cuidado, consideração e deferência.
Por outro lado, tratar algo ou alguém com respeito também se pode dever ao temor ou o receio. Por exemplo: “Ao mar há que se ter respeito, já que pode ser perigoso”.



O respeito é um valor que permite que o homem possa reconhecer, aceitar, apreciar e valorizar as qualidades do próximo e os seus direitos. Por outras palavras, o respeito é o reconhecimento do valor próprio e dos direitos dos indivíduos e da sociedade.
O respeito não só se manifesta pelas atitudes das pessoas ou pelas leis, mas também se exprime para com a autoridade, como acontece com os alunos em relação aos professores ou ainda com os filhos em relação aos pais.
O respeito permite que a sociedade viva em paz, num convivência saudável que assenta em normas e instituições. Implica reconhecer em si e nos demais os direitos e as obrigações, daí ser hábito dizer-se: “Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti”.
Em contrapartida, a falta de respeito gera violência e confrontos. Sempre que essa falta de respeito corresponda à violação de uma norma ou de uma lei, chega inclusivamente a ser punida formalmente. Esse castigo pode consistir no pagamento de uma multa ou, nomeadamente, na detenção.

· O espírito sabe que não pode fazer aos outros aquilo que não deseja para si, portanto, deve respeitar, em qualquer circunstância, a propriedade alheia, não prejudicando alguém, em seus direitos adquiridos.
· Respeitar a propriedade alheia, no entanto, não se resume apenas em não se apropriar dos bens materiais do próximo, mas também em preservar tudo aquilo que não nos pertence. Não pisar em um gramado público, não estragar flores dos jardins, não danificar móveis ou materiais escolares que freqüente, não rabiscar paredes, muros, encolerizar animais, destruir plantas, danificar coletivos que nos são úteis, tudo isto é respeito à propriedade alheia.
· Devolver objetos emprestados sem estragá‑los, valorizar o tempo dos mestres, buscando assimilar melhor as lições e fazendo deveres recomendados, ser verdadeiro nos exercícios e provas escolares, conservar da melhor maneira possível os materiais, uniformes e tudo mais que custa esforço e sacrifício dos pais também é respeitar a propriedade alheia.
· Valorizar o tempo do semelhante, evitar preocupações desnecessárias aos nossos responsáveis, não desperdiçar possibilidades de trabalho, alimentos, etc., são outras tantas formas de respeito à propriedade alheia que o cristão deve exemplificar para sua tranquilidade.
· Como os nossos direitos terminam onde se iniciam os direitos do próximo, é muito importante o respeito à propriedade alheia. Deve ser exemplificado sempre e, é preciso lembrar que ocorrerá especialmente pela nossa consciência vigilante, uma fiscalização permanente dos nossos atos, orientando‑nos para o legítimo Bem.

B) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA PREPARAÇÃO DO EVANGELIZADOR
1. Bases Evangélicas ‑ Mateus: 4:8 e 9 ‑ 6:19 e 20 ‑ 10:25 ‑ 12:29 ‑ 13:24 e 25 - 15:27 - 20:8 ‑ 21:1 a 3 ‑ 22:21 e 22 ‑ 24:45 a 51. Marcos: 3:27 ‑ 13:16 ‑ 13:35. Lucas: 12:42 a 48 ‑ 13:28 ‑ 14:21 ‑ 20:13 a 15 ‑ 22:11. Romanos: 2:22 ‑ 13:5 a 7. I Coríntios: 5:10 e 11 ‑ 6:10. Efésios: 5:33. I Timóteo: 1:9 e 10. Velho Testamento: Gênesis: 40:15. Êxodo: 22:4 a 15. Levíticos: 6:2 a 5 ‑ 19:13.

C) REFERÊNCIAS PRÁTICAS
1. Jardim e I Ciclo ‑ O cuidado com objetos que nos são emprestados ‑ O respeito às normas de um jogo ou brinquedo ‑ A vidraça da casa do vizinho ‑ Os jardins públicos e sua conservação ‑ A conferência do troco quando fazemos compras - A boa conservação de placas e sinalização de trânsito ‑ O cuidado com os móveis da casa ou escola ‑ Procurar o dono de um objeto encontrado ‑ A economia de qualquer produto, quando há falta dele onde moramos ‑ As paredes e muros no trajeto da escola ‑ O respeito às filas em qualquer local ‑ O veículo e motorista consciente ‑ A conservação ecológica e o bem de todos.
2. II e III Ciclos ‑ O contribuinte e o imposto pago - A biblioteca e seus livros - A festa e o convite ‑ A balança e o peso correto ‑ O comerciante e o preço justo - O veículo e o motorista consciente ‑ O respeito às normas do jogo ou brincadeira ‑ O cuidado com objetos que nos são emprestados ‑ O respeito às filas em qualquer lugar ‑ A conservação ecológica e o bem de todos ‑ O respeito ao gosto, opinião e ideais dos outros ‑ A conferência do troco quando fazemos compras ‑ A boa conservação de placas e sinalização de trânsito ‑ O cuidado com os móveis da casa ou escola ‑ A vidraça da casa do vizinho ‑ As frutas do quintal do vizinho ‑ O estabelecimento bancário e o dinheiro do povo ‑ O carteiro e a correspondência ‑ Os fabricantes e os produtos legítimos ‑ O inquilino e a casa em que mora.

D) CONCLUSÃO EVANGÉLICO
· “Já aprendi a contentar‑me com o que tenho”. Paulo. Filipenses 4:11. Sabendo que tudo que nos foi ofertado pelo Criador nesta existência está de acordo com a Lei de Causa e Efeito, importante é que procuremos estar satisfeitos com tudo que temos: família, corpo, recursos materiais, etc.
· Por isso devemos respeitar aquilo que o nosso próximo possui e que nem sempre podemos ter, não nos esquecendo que a cobiça, alicerçada na inveja, nos leva a conseqüências desastrosas.
· O respeito à propriedade alheia não se prende apenas às coisas materiais. É preciso respeitar o modo de agir e de pensar do semelhante, ouvir o que o próximo tem a dizer, não nos esquecendo de que todos temos o livre‑arbítrio.
· Como exemplo temos o próprio Cristo: Ele que tanto nos ensinou, que tinha condições para modificar o próprio curso da história da Humanidade, respeitou a nossa condição evolutiva, dando‑nos o tempo necessário para que pudéssemos nos identificar com sua Seara.

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